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Sobre poltrona de amamentação (novamente!)

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Se você, querida futura mamãe, está comprando as coisas para o quarto do seu bebê e está em dúvida se investe ou não numa poltrona e/ou cadeira de amamentação, eu lhe digo, invista!!!
O conselho é repetido. Já falei disto outra hora, bem aqui.



Uma boa poltrona/cadeira pode representar uma compra dispendiosa eu sei, mas eu continuo insistindo no assunto porque amamentar exige muito tempo sentada, de preferência da maneira mais confortável possível, com os pés elevados. Se você não estiver confortável amamentar pode se tornar uma tortura, você vai desejar que seu bebê mame rápido, que o ato seja breve pra que você possa sair daquela posição que faz doer as suas costas, o seu cox, o seu pescoço, os seus braços. O sucesso da amamentação também passa por uma poltrona.  Me ouça!



Claro que eu estou falando pra quem está em dúvida, pra quem pode comprar AND tem espaço pra uma poltrona/cadeira. Cada uma de nós sabe onde aperta o sapato principalmente em se tratando de enxoval. A poltrona nem p…

Mudando de assunto, ou melhor, retornando no assunto... maternagem, filhos, crianças.

Não, nem de longe eu superei a saudade de Portugal. Todos os dias eu penso, falo e suspiro por aquele país. Mas, passados quase dois anos do nosso retorno muita coisa já aconteceu nas nossas vidas, e eu vou tentar falar de outras coisas, ou voltar a falar do que ainda me convém... maternagem, filhos, crianças.

Beijos
Elene Lima.

Uma foto, um registro, um lugar pra sempre na memória.

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Dia, 10/03/17. Um ano da nossa primeira foto em família no Porto.

No dia seguinte a nossa chegada no Porto, Andréa e Zé nos levaram pra passear pela cidade. E pela primeira vez vimos o que é um dia ensolarado mas frio! O vento gelado da praia de Matosinhos, no finalzinho do inverno, nos fazia duvidar se iríamos nos acostumar ao clima do Porto. Tava muuuito frio!
 A gente passava pelos lugares e a Andrea dizia: "mais uns dias e isso vai estar tudo florido!" Eu, com o juízo congelado não fazia idéia de como seria isso.

O Porto é lindo em qualquer estação.

Beijos e Beijos
Elene Lima

Ser mãe e cuidar da casa é acúmulo de função não é?

Ser mãe não é trabalho formal, não tem contrato, ninguém te despede da função...risos. Mas ser mãe dá trabalho, muito trabalho. Cuidar de uma pessoa pode ser estafante. E eu não estou contudo dizendo que não é prazeroso tb. Quanto maior o número de pessoas que você cuida, maior o número de tarefas que você desempenha. Mas não são só tarefas que exigem esforço físico, são tarefas que exigem das suas condições psicológicas ditas saudáveis (risos). Suprir, colaborar emocionalmente (não sei ao certo como chamar) com uma pessoa é muitas vezes mais cansativo do que "só" fazer tarefas braçais. E, claro que quanto maior o número de pessoas que contam com você psicologicamente mais cansada mentalmente você vai ficar.

Está bem, gente, parei de dar voltas. Eu estou falando de mim e dos meus quatro queridos filhos. Se eu SÓ cuidasse deles, eu estaria muito cansada. Mas desde que voltamos de Portugal, estamos vivendo uma nova realidade, surreal diga-se de passagem, que é não ter alguém q…

Adeus minhas botas de franja.

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Botas baratas, botas caríssimas! Meu primeiro par de botas foi barato, comprado nos saldos, numa loja de shopping. Não era lá essas maravilhas e só durou o que precisava durar, o restinho do inverno e primavera.
Chegou o outono e eu precisava de botas. Dessa vez arrasei! Paguei quase duzentos euros numa bota de couro legítimo maravilhosa. Claro que nãaaao!!!... risos. Convidada por uma amiga portuguesa que sabe das coisas, lá fomos nós a Feira semanal de Santana (a feira dos ciganos), aquela que acontece toda sexta-feira no Parque de Santana, Leça do Balio. Adorei a experiencia transcultural daquela manhã. Por vinte euros levei dois pares de botas os quais me acompanharam o outono e inverno inteiro.  Mesmo tendo dois pares, me apeguei emocionalmente a estas botas caramelo, com franjas. Usei-as a exaustão. Quanto mais usava mais confortável elas se tornavam, mais parte de mim e dessa vida europeia emprestada... risos.  Arrumando as malas para retornar ao Brasil, me pego com dó de deix…

Do dia que os vizinho se trancaram do lado de fora do apartamento (nós em Portugal)

Meses depois da nossa infeliz experiência, ouve essa!

Um belo dia, a campainha toca e o Daniel desce pra atender. Eis que era o vizinho da porta da frente, suado, esbaforido, despenteado e pedindo ajuda. Ele e a mulher tinham se trancado fora de casa com a chave por dentro. Ui, já vi essa cena!
O engraçado é que foi brotando menino pra ver o que era, e quem estava falando com o pai. Veio, um, veio dois, veio três e por fim, eu segurando o João ao colo. Seria engraçado não fosse a seriedade da situação. Todos eles queriam ajudar e traziam coisas mirabolantes na tentativa de ajudar o pai e o vizinho a abrirem a porta.
Resumindo, concluindo. Depois de muito esforço conseguiram abrir a porta. Foi uma felicidade!!! E nós aprendemos que não se chama o chaveiro assim "à toa". Se tenta até a exaustão... hahahahah.
Semanas depois, a vizinha toca a campainha e entrega prendas para as crianças. Kinder ovo para os meninos e essa tiara fofa de princesa para a Fernanda, em gratidão a ajud…

Do dia que ficamos presos do lado de fora. (Nós em Portugal)

"Vamos, gente, já estamos muito atrasados!" "Saindo, saindo!!!"
O Daniel não colaborou, ainda estava por tomar banho e se arrumar. Vamos, só leva a gente e volta pra casa. Apressei todo mundo e pá saímos de casa.
Quando a porta bateu, senti um arrepio subindo do dedo do pé até o último fio de cabelo da cabeça. MEO DEOS... a chave! O Daniel me fuzilou com o olhar e de "dona da situação" eu passei a Eva, culpada pelos pecados do mundo. "Perdão, meu amor, perdão". (hahahahah)
Daniel, aquele que nem sequer tinha tomado banho, estava mal vestido feito um mendigo, motivo pelo qual ouvi horrores. Se saíssemos do prédio não tínhamos como entrar novamente. Sem a chave não tínhamos acesso a garagem... Tudo, tudo errado!!!
Resumindo concluindo. Ficamos nós sentados na escada de incêndio, tentando fazer com que quatro crianças falassem baixo, fingindo normalidade enquanto o chaveiro chegava.
O bom dos dias atuais, é que você pode esquecer de por o sutiã, ve…